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sábado, 22 de junho de 2019

O Meu Segredo III







Podem enviar o vosso segredo através de e-mail (ameninadajoaoxxi@gmail.com) ou do formulário.


A ideia é partilhar segredos que me enviam e perceberem que não estão sozinhos, que aquilo que aconteceu convosco já aconteceu com outros, para receberem um pouco de empatia ou para que aquilo que vos aconteceu possa servir de alerta para outros.
Serão publicados semanalmente, de preferência ao sábado, e, a não ser que me enviem com um design à vossa escolha, o formato será o que hoje vos apresento.

Tirando alguns casos em que quem os escreve se identifica, não tenho forma de saber qual o enquadramento temporal ou veracidade dos segredos. De qualquer modo, assumirei sempre que são verdadeiros e representam uma situação actual, mais não seja porque, mesmo que não sejam para quem os partilhe, poderão ser para quem os lê.

Deixo o apelo: se se sentirem assoberbados, desesperados, perdidos, o que for, procurem ajuda. Para vós ou para quem percebam que possa estar a passar por algo semelhante.

Comentários com críticas destrutivas, juízos de valor, insultos ou afins não serão tolerados e serão sempre apagados.


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sábado, 15 de junho de 2019

O Meu Segredo II







Podem enviar o vosso segredo através de e-mail (ameninadajoaoxxi@gmail.com) ou do formulário.


A ideia é partilhar segredos que me enviam e perceberem que não estão sozinhos, que aquilo que aconteceu convosco já aconteceu com outros, para receberem um pouco de empatia ou para que aquilo que vos aconteceu possa servir de alerta para outros.
Serão publicados semanalmente, de preferência ao sábado, e, a não ser que me enviem com um design à vossa escolha, o formato será o que hoje vos apresento.

Tirando alguns casos em que quem os escreve se identifica, não tenho forma de saber qual o enquadramento temporal ou veracidade dos segredos. De qualquer modo, assumirei sempre que são verdadeiros e representam uma situação actual, mais não seja porque, mesmo que não sejam para quem os partilhe, poderão ser para quem os lê.

Deixo o apelo: se se sentirem assoberbados, desesperados, perdidos, o que for, procurem ajuda. Para vós ou para quem percebam que possa estar a passar por algo semelhante.

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sábado, 8 de junho de 2019

O Meu Segredo

Aqui há uns tempos disse-vos que os segredos regressariam.
Porque a vida não é só filhos, o meu objectivo agora é que deixem de ser apenas relativos a parentalidade. Podem ser sobre o que quiserem ou precisarem de deitar cá para fora. Os próximos ainda têm a ver com parentalidade.








Podem enviar o vosso segredo através de e-mail (ameninadajoaoxxi@gmail.com) ou do formulário.


A ideia é partilhar segredos que me enviam e perceberem que não estão sozinhos, que aquilo que aconteceu convosco já aconteceu com outros, para receberem um pouco de empatia ou para que aquilo que vos aconteceu possa servir de alerta para outros.
Serão publicados semanalmente, de preferência ao sábado, e, a não ser que me enviem com um design à vossa escolha, o formato será o que hoje vos apresento.

Tirando alguns casos em que quem os escreve se identifica, não tenho forma de saber qual o enquadramento temporal ou veracidade dos segredos. De qualquer modo, assumirei sempre que são verdadeiros e representam uma situação actual, mais não seja porque, mesmo que não sejam para quem os partilhe, poderão ser para quem os lê.

Deixo o apelo: se se sentirem assoberbados, desesperados, perdidos, o que for, procurem ajuda. Para vós ou para quem percebam que possa estar a passar por algo semelhante.

Comentários com críticas destrutivas, juízos de valor, insultos ou afins não serão tolerados e serão sempre apagados.


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quinta-feira, 27 de julho de 2017

Queixume: Estou cansada.

Se ter um bebé já é cansativo, ter um bebé e um marido que não pode andar torna tudo caótico.
Mama, sou eu que a dou, por isso são ali 20-45 minutos em que não posso fazer nada. Depois é preciso mudar a fralda. O pai muda, mas eu é que a tenho de pôr e tirar do muda-fraldas. Fica um bocado com o pai e eu aproveito para arrumar "cenas" (há sempre "cenas" para arrumar. Como é que elas aparecem????).
Mas quando começa a chorar, lá vai a mãe ao resgate. Do pai, claro. Quando a Carminho começa a chorar o meu pensamento é: "Está alimentada? Está! Fralda nova? Tem! Pronto, não há nada em que seja imperativo a minha presença, o pai pode tratar". Só que eu sinto, à distância a ansiedade do pai. Ele não pode andar com ela ao colo e fica frustrado. E juro-vos, o que me stressa é ele e não a bebé. Porquê? Porque os bebés choram. Se está alimentada e mudada, se não está doente, é miminho que quer. Claro que preferirá a Mãe, mas miminho é miminho. Se não for da Mãe pode levar mais tempo a fazer efeito, mas lá se chegará. No entanto, o choro dela e a ansiedade do pai, deixam-me em stress e lá interrompo a "cena" que estou a tratar, para acalmar a miúda. Adormece, deito na alcofa. Volto à "cena". 5 minutos depois, lá está a miúda a chorar e o meu stress a crescer, porque já antecipo a ansiedade do pai. As "cenas" ficam todas a meio. Todas!
"Tens de descansar quando ela descansa.", "tens de tratar de ti mesma.". Quando? Como? Felizmente, tenho a minha própria Mãe. Confesso, já fugi de casa com a miúda, para poder descansar. A Avó consegue andar, é uma mais-valia do caraças. 
Os dias passam num instante, são todos iguais. Todos neste compasso. E eu a ficar mais cansada. "Só mais um dia até ele poder andar. Só mais um dia". 
Ontem fui colocar o implante contraceptivo. Nem pensar que ia confiar na minha cabeça para tomar a pílula de amamentação, revelar-se-ia um desastre de certeza! Se com a outra já era o que era, com esta e depois do parto que foi (e ao tempo que foi), não arrisco de certeza. Bem, fui colocar o implante e "deve evitar fazer esforços com este braço". Pois... Só devia pegar na miúda para a amamentar ou se ela estivesse mesmo em stress. Enquanto estive com a minha Mãe, foi tranquilo. Ela transportava e dava colo à Miminho. Mas, em casa, foi impossível de evitar. Dei-lhe colos, até que o braço começou a doer. Passei-a ao Pai. "Ela está alimentada e com a fralda trocada. Desenvencilhem-se os dois. Eu hoje não posso!". Foi uma choradeira interminável para deitar. Se foi. Perdi a conta ao tempo. Mas o Pai conseguiu. Finalmente, o Pai, mesmo sem andar, conseguiu adormecer a filha.
Mas continuo cansada. Mesmo com ela a dormir 6-7 horas seguidas, mamar, e dormir mais umas 4 horas. Estou sempre a acordar com a preocupação "Precisa de mama? Precisa de arrotar?". Podia ser pior, eu sei. Tão pior. Podia estar sozinha, ela podia ser uma bebé com cólicas. Tantas coisas em que podia ser pior e não é. Parece que o meu corpo sofre pelas duas. Que assim seja! Que assim continue. 
Ela ontem levou as vacinas do segundo mês e ouvi o que é o seu choro de dor. É de partir o coração. Vá lá que passou rápido (estar a mamar ajuda), mas é triste. Se pudesse, teria sofrido aquela dor por ela. Aquela e todas as que virão. Mas não posso, nem devo. A vida é assim. Crescer é assim. 

sábado, 20 de maio de 2017

Desafio - Minimalismo e Ansiedade (Semana 4)




O primeiro dia do resto da minha vida está quase a chegar!
Mas consegui concluir a quarta semana 😀

Dia 22: Organizar para aprender uma nova skill - Tenho estado neste registo há uns mesitos, não é verdade? Se não tem a ver com bebés, nesta fase, nem quero saber! Não há tempo para essas coisas!




Dia 23: Não comprar nada durante 24h - Nem saí de casa. Pelo que não custou nada! Ser domingo ajudou bastante. O Duarte ter aparecido em casa lesionado, ainda mais!

Dia 24: Avaliar hábitos diários - Tenho andado um bocado mais desleixada, é verdade. E tenho reparado nisso, mas já comecei a fazer um esforço para me organizar um bocadinho. Mas ando tão mole e tão cansada... Estou no final da gravidez, tem de haver algum desconto. Daqui a uns dias é que tenho de avaliar (e de que maneira!) os meus hábitos diários.

Dia 25: Ficar offline durante um dia - Impossível. Toda a gente sabe que estou sempre ligada. Nesta fase, se ficar um dia sem ir à net ou dar o mínimo de sinal de vida no FB, Instagram ou blogue, vai ficar tudo a achar que já entrei em trabalho de parto (TP). Além do mais, quando entrar em TP, cheira-me que não será muito difícil ficar um dia afastada da internet.




Dia 26: Fazer apenas uma tarefa de cada vez - Também já me é difícil o multi-tasking. E acabei em repouso. 
Decidi que tinha de fazer umas compritas: ia ao celeiro, à farmácia e à mercearia. Tudo para me orientar para a ida para a maternidade e para o pós-parto (li umas receitas de uns pensos com aloe vera e mais umas coisinhas, que serão boas para a recuperação lá em baixo e decidi deixar já prontas.) Cada um destes sítio é a menos de 100m de casa, mas acabei a andar cerca de 500m. Não é nada de extraordinário, mas quando regressei a casa fui à casa de banho e lá estava um bocado de rolhão mucoso. Um dos primeiros sinais de TP. Como só quero que aconteça a partir do próximo domingo (vá, sábado à noite já posso ir para a maternidade, que o parto leva tempo), lá fui eu deitar-me. "Not today!!"

Dia 27: Não ter nada planeado durante um dia - Já não há cá planos que tenham mesmo de ser cumpridos, mas combinei um jantar com alguns amigos, num restaurante ao lado de casa e que gosto muito (a Hamburgueria 21 - aconselho!). Todas as quintas há uma tertúlia cá em casa, embora nos tenhamos desleixado um bocado, e combinámos que não poderíamos falhar esta que, em princípio, será a última sem a companhia de um bebé.

Dia 28: Tomar um banho quente - Pois é! O banho quente estava a ser feito todos os dias. No entanto, desde a noite anterior que comecei a perder líquido, pelo que não sabia se era o rolhão mucoso ou amniótico. Se fosse líquido amniótico implicava ruptura da bolsa, logo não era conveniente tomar banho por causa de risco de infecções.

E pronto, assim se passou mais uma semana de desafio.
Que venha a quinta!